Curiosidades acerca do
Paço Municipal

Desde a sua inauguração com a finalidade de ser a sede da administração municipal, o prédio do Paço Municipal de Guarará teve vários usos fora dessa finalidade.

Algumas solenidades do termo judiciário local, eventos escolares e recepções a diversas pessoas e autoridades oriundas de outras cidades que visitavam o município eram realizados em suas dependências. Por longos anos este espaço dividiu sua funcionalidade com outros setores da cidade em comum acordo.

Apresentações teatrais, recitais e até mesmo a exibição de filmes eram comuns em suas dependências. Tal situação parou de acontecer com a inauguração do Teatro Municipal em 30/06/1940. Com a opção do Teatro Municipal que comportava um público maior, esse passou a ser usado inclusive pela administração municipal em eventos que reuniam um grande número pessoas, devido à limitação física presente no Paço Municipal.

Sendo assim, a partir de 1940 o uso do Paço Municipal por eventos passa a ser mais exclusivo dos atos ordinários a administração municipal. Dessa forma, seu desgaste físico estrutural diminui consideravelmente possibilitando uma sobrevida maior do imóvel.

Projeto desenvolvido pela Câmara Municipal de Guarará na Legislatura 2025–2028

Compromisso com a inovação, a transparência e o acesso à informação pública.

Mesa Diretora
Sessão Legislativa 2025

Presidente: Helivelton Araújo Silvas.
Vice-presidente: Jardel de Souza Francisco
1º Secretário: Paulo Roberto Cassete Júnior
2ª Secretaria: Luana Pires Machado

Vereadores
Legislatura 2025-2028

Abraão Tomáz Anastácio

Ewerton Gomes de Almeida

Geraldo Carlos Vieira

Helivelton Araújo Silvas

Jardel de Souza Francisco

Luana da Silva Pires Machado

Marcelo Gomes Durão

Paulo Roberto Cassette Júnior

Rodrigo Xavier

Histórico do Paço (Câmara) Municipal de Guarará/MG

Histórico do Imóvel

O imóvel sede da Câmara Municipal de Guarará foi adquirido de Paulo Roque e sua esposa Zumira Camões Roque (1889-1948), José Vieira Camões (1865-1935) e Maria de Mattos Camões, pela Câmara Municipal de Guarará, em 27/12/1917, por um conto de réis (1:000$000), conforme escritura pública de compra e venda feita em 27/12/1917, pelo tabelião Capitão Antero Soares de Almeida (1869-1959) e registrada no Cartório do 1º Ofício de Notas de Guarará.

Na escritura ficaram definidas algumas condições de uso que os transmitentes e confrontantes como que cedessem o direito de uso dos portões laterais somente em ocasiões de diversão pública e quando o mesmo precisasse de consertos. Nessa época, as características da casa citada na referida escritura eram:

“Casa em formato chalet, parte assoalhada e parte térrea, confrontando por seus diversos lados com os vendedores, e com a referida Praça do Divino. (Cartório de Registro de Imóveis de Guarará – Registro n°61. Fls 21. Livro 03. Data 29/12/17)”.

Nos anos seguintes, a construção continuou sem alterações. A nova construção se deu graças à verba destinada por Lei pelo Capitão José Vieira Camões, Presidente da Câmara e Agente Executivo entre 1923-1926.  A obra foi concluída em 1924 e foi solenemente inaugurada em 07/08/1925.

Na década de 1970, o imóvel ainda em uso apresentava uma série de problemas e danos estruturais que necessitavam de uma rápida intervenção por parte de seus responsáveis. Na metade da década de 1980, na gestão do Prefeito Antero Dias da Rocha, o imóvel teve de ser desocupado e as atividades transferidas para o prédio do antigo fórum Cel. Affonso Leite, na rua Capitão Gervásio. A partir daí o imóvel ficou fechado servindo de depósito, enquanto seus problemas pioravam com o passar do tempo.

As obras de restauração só iniciaram – se no ano 2000, na gestão do prefeito Antônio Carlos da Rocha, estendendo até 2003 quando o imóvel foi reinaugurado restaurado, em 07/09/2003. A partir daí passou a abrigar a sede do poder legislativo municipal. Posteriormente, passou por pequenas reformas em 2009, 2018 (pintura interna) e 2019 (pintura externa) sem perder as características originais.

O imóvel é um exemplar arquitetônico de uma fase da história do município, de maiores avanços políticos e econômicos. Além de fazer alusão à independência política de Guarará, por ter sediado o município pela primeira vez e por muitas décadas, o imóvel foi construído por grandes nomes da política local, entre eles, o Capitão José Vieira Camões e Affonso Leite.

O salão nobre do imóvel foi também importante centro cultural e social do município nas duas primeiras décadas, quando não contava o município com o Teatro Municipal construído entre 1939 e 1940, quando serviu também então de auditório e cinema. Alguns aspectos de sua história são bastante marcantes na memória da população, como se vê em depoimentos de antigos moradores.

“O Paço Municipal foi inaugurado quando eu tinha doze anos. Eu não me lembro bem de muita coisa, pois naquela época a gente era muito presa…, mas fui eu que fez o discurso da inauguração. A festa tinha tanta gente que não cabia mais ninguém lá dentro, e eu ainda cheguei atrasada…foi uma dificuldade para eu entrar lá dentro, por pouco eu não chego a tempo. O salão nobre era muito luxuoso, a mesa da Câmara era cercada por uma divisão de balaústres de madeira. Lá no fundo ficava o retrato do Coronel Affonso Leite, era um retrato muito grande e muito bonito. Esse retrato foi inaugurado no mesmo dia. Me lembro que quando cheguei, ele ainda não tinha sido descerrado. Ele estava coberto por uma bandeira verde e amarela e a inauguração foi feita pela dona Maria de Carvalho. O quadro tinha uma moldura muito grande e muito bonita. Aquela foi uma das maiores festas que Guarará já teve. O Cel. Affonso Leite sabia fazer festa. Tinha políticos de todos os lugares do Estado e do País, deputados, senadores e até o Carlos Coimbra da Luz, natural de Leopoldina, que foi vice-presidente e assumiu por diversas vezes a Presidência da República, ele era muito amigo do Cel. Affonso Leite…”

Como se vê no depoimento de Maria Cândida Correia da Silva, conhecida popularmente como Dona Filhota e nascida em 29/06/1915, em Leopoldina – MG. Como se vê o imóvel é bastante representativo para a memória local.

“O mais bonito da Prefeitura era o salão nobre. Era ricamente decorado tanto o teto como as paredes. O forro tinha estruques com guirlandas e rosas em alto relevo, enquanto as paredes eram pintadas com motivos quadriculados e molduras. O retrato do Cel. Affonso Leite ficava bem no centro e era colorido, mas havia outros retratos preto e branco no salão, nas paredes desse salão eu cheguei a passar por muitas vezes óleo de linhaça nas pinturas para elas ficarem bonitas…mas descuidaram muito do prédio, agora parece que a prefeitura está arrumando ele novamente…Guarará não tem muito patrimônio histórico, mas aquele é o principal, digo que é mais bonito. É muito importante conservar aquele prédio, ele é muito importante. Eu tenho muita saudade do tempo em que trabalhei lá. ”

O registro acima foi feito por Juvenal Ribeiro de Assis, conhecido popularmente como sr. Canário. Ele nasceu em Guarará, em 1937, trabalhou na Prefeitura Municipal de Guarará de 1952 até 1986. A partir da metade da década de 1980, passando pela de 1990 o imóvel ficou abandonado por vários anos e seu estado de conservação oferecia riscos aos transeuntes. Nesse período, a Câmara passou a funcionar num anexo da Prefeitura Municipal, no prédio do antigo fórum.

Tombamento do Paço Municipal

Em 2002, começaram as pesquisas em prol da abertura do processo que culminaria no tombamento do imóvel. Em 2003,através de deliberação do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de Guarará, através do decreto nº 1300/03, o imóvel foi tombado como bem pertencente ao Patrimônio Cultural de Guarará, devido ao seu elevado valor histórico, cultural e arquitetônico para a comunidade local.

 Atualmente, o imóvel encontra-se em bom estado de conservação, destacando-se na pitoresca paisagem central. Em suas dependências funciona a Câmara Municipal de Guarará, desde a sua reinauguração em 2003.

Detalhe do Decreto nº 1300/03 instituindo o tombamento do Paço Municipal.
Detalhes da inscrição do tombamento do Paço Municipal no Livro de Tombos, em 27/03/2003.

Descrição

O imóvel foi construído em 1924, a fim de abrigar o Paço Municipal, em estilo eclético com características neoclássicas. Encontra-se implantado no alinhamento do passeio, em terreno de esquina, na qual fica a sua entrada principal, com suas fachadas laterais simétricas. É um imóvel de volumetria simples com apenas um pavimento, mas está implantado em terreno em declive contando na fachada da Praça do Divino com uma entrada que dá acesso a um porão alto.

O acesso principal ao bem imóvel é feito pela porta localizada na esquina onde há um degrau de mármore para seu acesso. Pode ser também pelas portas nas extremidades das fachadas laterais, que não fazem parte do corpo destas fachadas, e possuem a parte superior em arco com textura em brossagem, formando portas em arco, com uma porta central.

O sistema construtivo da edificação é em alvenaria, porém com a reforma do imóvel foram inseridas algumas colunas, vigas de concreto e laje pré-moldada na parte posterior, onde possui alto, para reforço da estrutura. Sua vedação é em tijolo maciço. A cobertura em cinco águas possui estrutura de madeira, vedação em telha cerâmica e coroamento nas fachadas principais em platibanda e nas laterais em cimalha.

As suas fachadas possuem vãos com vergas em arco pleno e enquadramentos em argamassa, as esquadrias são de madeira com duas folhas de abrir para dentro com bandeira superior fixa de vidro. As vergas das portas das entradas laterais são retas.

Na construção, o imóvel recebeu uma valorização da esquina, a porta de madeira almofadada é ladeada de colunas com capitel coríntio e anel no fuste, que suporta a verga em arco alteado. Essa porta não possui enquadramentos, mas as paredes laterais e a parte superior da verga possui revestimento com placas retangulares de argamassa. Na parte superior da verga há uma grande cartela com rolos impressa com o monograma CM, da Câmara Municipal. Acima, a cornija faz-se em arco abatido e, sobre ela a platibanda com a parte superior também em arco abatido, possui ornatos em estuque, na forma de meia guirlanda de flores e sobre ela o brasão da República pintado nas cores oficiais. O coroamento da platibanda é feito por uma cimalha e no centro possui uma decoração em estuque de rosto feminino ladeado por volutas. Nesta entrada principal a soleira de mármore possui a inscrição “Câmara Municipal”.

As fachadas de ambas as ruas possuem a mesma composição, a base é revestida com grandes placas retangulares de argamassa salientes do plano da parede, colocadas em mata-junta. Na fachada da praça essa base é a parede do porão. O corpo da edificação é revestido com argamassa formando faixas horizontais em toda a extensão, de cerca de 40 cm de altura, com frisos em baixo relevo entre elas. Nele há quatro janelas de peitoril, de duas folhas de caixilho de madeira que em cada folha forma no centro um losango, com postigo de madeira interno, no peitoril possuem uma cimalha. As duas janelas centrais são afastadas entre si por uma coluna de alvenaria de cerca de 30 cm, suas vergas são em arco de um lado e reta do outro, simetricamente, formando as duas visualmente um arco de dois centros, e possuem um enquadramento único que se estende até o entablamento com revestimento em argamassa lisa que se estende até o nível do piso. Ao lado dessas janelas há outras duas dispostas de forma simétrica, uma de cada lado, e possuem verga em arco pleno, e os seus enquadramentos se estendem até o entablamento, abaixo dos peitoris há uma decoração em argamassa lisa de forma curva com a parte inferior em ponta.

O entablamento é constituído por um friso de cornija que é ressaltado nos enquadramentos das janelas e nos cunhais, acima do friso é misulado, com revestimento liso e ressaltado na direção das janelas centrais onde possui a decoração de uma flor redonda. Sobre ele a volumosa cornija e a platibanda, que, na direção do friso misulado, também é reta com balaustrada em massa e na parte central da fachada é lisa com decoração central de rosto feminino ladeada por folhagens e encimada por um tímpano cimbrado que possui decoração em estuque de folha de acanto também ladeada por folhagens.

Os cunhais sobem até a platibanda onde há uma decoração de flor redonda e são encimados por pináculos, e possuem o mesmo revestimento de placas retangulares da fachada de esquina.

Pelo acesso ao interior através da portada, chega-se a uma escadaria de seis degraus em mármore de acesso ao saguão de entrada, este possui o piso revestido em ladrilho hidráulico original a construção, pinturas parietais que foram restauradas na reforma de 2003 e 2018. O forro é de madeira. No saguão de entrada há três portas de duas folhas de madeira almofadada de acesso aos demais cômodos, o plenário da Câmara Municipal, o corredor de acesso a cozinha e sanitários. O salão do plenário da Câmara possui um piso em tábua corrida. Havia um forro em gesso com decoração em estuque e pinturas artísticas de motivos florais que foram restauradas em 2003 e substituídas algum tempo depois pelo forro de madeira em razão da grande trepidação no calçamento de pedras que frequentemente danificava o gesso e suas pinturas.

O corredor e a sala de reuniões possuem piso de ladrilho hidráulico, confeccionado seguindo o modelo do original do saguão de entrada.

Com a reforma em 2003, a edificação também recebeu um pequeno acréscimo posterior a fim de abrigar cozinha e sanitários, com forro em laje e piso em cerâmica.

Análise do entorno

O imóvel encontra-se localizado em terreno de esquina, na Praça do Divino com a Rua Presidente Getúlio Vargas, região central e núcleo de formação da cidade, que possui vários bens imóveis de importância histórica e cultural para a cidade e alguns inventariados como a Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, a Escola Municipal Ferreira Marques, e imóveis residenciais particulares. O entorno das ruas possui calçamento (início da década de 1950) em paralelepípedo bem conservado e passeio cimentado em regular estado de conservação.

Não possui eixo de perspectiva, mas a sua posição na esquina, onde fica a sua entrada principal, favorece a sua visualização, assim como o fato da rua da praça ser bastante larga e não haver árvores em frente à edificação. Os canteiros que haviam em frente na rotatória foram suprimidos em 2015 com as obras do calçadão.

Dois postes de iluminação pública encontram-se nas duas extremidades da esquina, na qual está localizada a entrada principal da edificação, o que prejudica bastante a visualização arquitetônica do imóvel devido à grande quantidade de fios expostos nas duas laterais. Com o passar do tempo o ideal seria a colocação de fiação subterrânea nos entornos da edificação para que sua beleza ficasse em destaque na paisagem da praça.

Estado de conservação, degradação e intervenção

O imóvel encontra-se muito bem conservado, preservando suas características. Passou por reformas em 2018 e 2019, recebendo melhorias e recuperando o visual interno e externo.

Os fatores de degradação em que o imóvel está sujeito são a ação do sol e da chuva na pintura externa e no reboco. Também as telhas e a madeira da cobertura do telhado, além das portas e janelas internas e externas precisam de cuidados constantes para evitar surpresas desagradáveis.

A parte elétrica e hidráulica precisa de revisões constantes, a fim de evitar imprevistos no imóvel. A trepidação provocada pelos veículos pesados que trafegam em seu entorno, no calçamento de paralelepípedos é um dos maiores problemas na atualidade para a estrutura quase centenária do imóvel.

Fotografias antigas e evolução do imóvel

Vista frontal de um imóvel residencial na década de 1910. Tempos depois, no lugar deste imóvel seria erguido o Paço Municipal, em 1924.
Vista privilegiada da Praça do Divino, na década de 1910, sem o atual Paço Municipal.
Trecho extraído do jornal O Guarará, em 22/06/1924, com detalhes da obra do novo Paço Municipal da Vila.
Inauguração do Paço Municipal, em 1924, pelo Agente Executivo José Vieira Camões ao centro com o chapéu branco na mão.
Interior do Paço Municipal, em 1932.
Estudantes em frente ao Paço Municipal junto ao Prefeito Bertholdo Garcia Machado, em 1932.
Vista frontal do Paço Municipal, na década de 1930.
Uma rara fotografia do Paço Municipal, em1945. Ao lado, o então Prefeito Bertholdo Garcia Machado.
Foto histórica da Praça do Divino com o Paço Municipal no canto superior, na década de 1940.
Detalhe de veículos e funcionários da prefeitura em frente ao Paço Municipal, na década de 1960.
Detalhe da Posse do Prefeito Antero Dias da Rocha, em 1971, no Paço Municipal.
Detalhe do interior do Paço Municipal, na década de 1970.
Detalhe de desfile cívico, em frente ao Paço Municipal, em 1984.
Vista frontal do Prédio do Paço Municipal, em 1984.
Vista frontal do Paço Municipal, em 1984, com o prefeito Antero Dias da Rocha ao lado da porta. Nessa foto, é possível identificar desgastes na parte externa do imóvel.
Vista da lateral do Paço Municipal, em 1984, a partir da Rua Getúlio Vargas.
Detalhes das obras de reconstrução do telhado do Paço Municipal, no ano 2000.
Detalhe das obras de restauração do Paço Municipal, na fachada no ano 2000.
Detalhe do andamento das obras de restauração do Paço Municipal em Maio/2000 com vista a partir da Praça do Divino.
Vista frontal do Paço Municipal, em 2015, a partir da esquina da Igreja Matriz do Divino Espírito Santo.
Detalhe de um desenho do Paço Municipal, feito em 2016.
Detalhe do Paço Municipal, durante as obras de pintura externa, em 2019.
Detalhe do Paço Municipal, durante as obras de pintura externa, em 2019.
Detalhe do Paço Municipal, durante as obras de pintura externa, em 2019.
Detalhe do Paço Municipal, durante as obras de pintura externa, em 2019.
Detalhe do Paço Municipal, durante as obras de pintura externa, em 2019.
Detalhe do Paço Municipal, durante as obras de pintura externa, em 2019.
As senhoras que inauguraram a restauração era netas do cap. José vieira camões, presidente da câmara na ocasião e construtor do prédio.
Detalhe do Paço Municipal, após as obras de pintura externa em 2019.
Vista do interior da Sala de Sessões do Paço Municipal, em 2019.
Vista da sala de recepção do Paço Municipal com seus elegantes ladrilhos hidráulicos, em 2019.

Câmara Municipal de

Guarará - MG

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